Em outras superfícies do site há outras camadas de uma mesma presença. Vou falsear por um momento essa tal linearidade dos fatos para que você entenda, através de mentiras. Nascer, crescer, morrer. Como se não tivesse outro tipo de sucessão. Mesmo nas progressões há infinidades maiores que um centésimo. Começo a querer traduzir as coisas em dízimas periódicas como se pudesse explicar melhor em matemática um tipo de pensamento que se desenrola em teias, ou melhor, em redes
As redes que formam esse site são capazes de sustentar muitos seres interdependentes e são continuamente retroalimentadas pelos mesmos. Logo na primeira página temos uma noção de como esse fluxograma de elementos se caracteriza e como esse pensamento vai gerando moldes para seus derivados. Talvez seja mais adequado ajustar as imagens que trato a classificações gramaticais e dizer que tenho grande apreço às orações subordinadas…
As raízes representam (com o perdão da palavra) os lugares de onde eu vim. O tronco, os lugares onde é possível transitar e formar novas imagens mentais, deixando a visão em segundo plano. A lupa, o olho, as folhas... investigações em andamento, que focam em mundos de diferentes escalas. O caderno é onde o fluxograma se estrutura, sem obedecer a uma sequência pré-definida. Pra mim, um catálogo de texturas. (Abomino eixos cartesianos, mas sei como algumas pessoas se sentem desalentadas sem uma épura para provar suas tão gloriosas racionalidades).